sábado, 25 de agosto de 2012

Mix de Produtos


  • A escolha correta pode ajudar nas vendas

A definição do mix correto em um ponto de venda está tornando-se mais difícil devido a diversidade de marcas, tamanhos e embalagens. Por isso, a gerente de trade marketing da P&G, Elaine rocha, vários fatores devem ser levados em consideração. “Na análise de mix e revisão de sortimento da categoria, o varejista deve levar em conta quem é o consumidor da loja e quais são as suas necessidades. Precisamos oferecer o produto que ele procura, mas, também, produtos que o levem a migrar para itens de maior valor agregado. O número de itens por categorias deve ser adequado ao tamanho de gôndola de cada loja, sempre tendo em conta os líderes das categorias e o consumidor”, orienta.
Para tornar o trabalho mais claro, algumas dicas:
- Saiba o papel da categoria: Deve-se saber se o segmento é sazonal, ocasional ou conveniência em seu estabelecimento. Destino (categoria com capacidade de atrair o público, exemplo: sabonete); Rotina (quando o cliente está na loja inclui na cesta, exemplo: xampu); Ocasional (atrai o cliente em algumas oportunidades, exemplo: bazar); Sazonal (datas festivas ou períodos do ano); conveniência (são compradas quando lembradas).
- Direcione o sortimento ideal de acordo com o papel da categoria: Quando forem produtos de Destino, é necessário ter o mix completo, com produtos de maior valor e de baixo desembolso. Rotina deve ter um sortimento amplo, já a categoria Ocasional deve focar na diversidade de itens e não de marcas. Os segmentos de Conveniência/Impulso devem estar focados em itens de maior venda.
Fonte: Dec News edição 22 – Por: Kathlen Ramos e Camila Guesa
A definição do mix correto em um ponto de venda está tornando-se mais difícil devido a diversidade de marcas, tamanhos e embalagens. Por isso, a gerente de trade marketing da P&G, Elaine rocha, vários fatores devem ser levados em consideração. “Na análise de mix e revisão de sortimento da categoria, o varejista deve levar em conta quem é o consumidor da loja e quais são as suas necessidades. Precisamos oferecer o produto que ele procura, mas, também, produtos que o levem a migrar para itens de maior valor agregado. O número de itens por categorias deve ser adequado ao tamanho de gôndola de cada loja, sempre tendo em conta os líderes das categorias e o consumidor”, orienta.
Para tornar o trabalho mais claro, algumas dicas:
- Saiba o papel da categoria: Deve-se saber se o segmento é sazonal, ocasional ou conveniência em seu estabelecimento. Destino (categoria com capacidade de atrair o público, exemplo: sabonete); Rotina (quando o cliente está na loja inclui na cesta, exemplo: xampu); Ocasional (atrai o cliente em algumas oportunidades, exemplo: bazar); Sazonal (datas festivas ou períodos do ano); conveniência (são compradas quando lembradas).
- Direcione o sortimento ideal de acordo com o papel da categoria: Quando forem produtos de Destino, é necessário ter o mix completo, com produtos de maior valor e de baixo desembolso. Rotina deve ter um sortimento amplo, já a categoria Ocasional deve focar na diversidade de itens e não de marcas. Os segmentos de Conveniência/Impulso devem estar focados em itens de maior venda.

Fonte: Dec News edição 22 – Por: Kathlen Ramos e Camila Guesa.

Apresentação


As apresentações a seguir mostram nossa visão, missão e objetivo, além de alguns produtos que distribuimos, confira:




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