domingo, 4 de agosto de 2013

10 doenças que podem ser evitadas ao lavar as mãos


Suas mãos estão limpas? Tem certeza?

De um lado, uma pessoa tosse. De outro, espirra.
É o tempo anunciando sua mudança com a sinfonia de pessoas assoando ou fungando o nariz. Para prevenir sua saúde de algumas doenças típicas dessa época, e de outras enfermidades oportunistas, nada melhor que… Lavar as mãos!

O simples ato de lavar as mãos pode te livrar de diversas doenças, além de ajudar o Brasil a economizar US$ 12 bilhões.

Pense na sua rotina e responda: quantos objetos você toca? Difícil contabilizar, não é. Imagine a condição das suas mãos se você não tiver uma higiene adequada.

Vivemos compartilhando objetos. Dentro do transporte público, por exemplo, onde alguém procura se segurar na barra de ferro para não cair, outra pessoa também faz o mesmo.
No trabalho, no shopping, em uma festa, em um evento, na lanchonete, e em outros lugares, o banheiro é comum a todos e esse local reserva grande oportunidade para as bactérias e fungos agirem: a maçaneta, a descarga, a torneira. Sem falar que, entre um evento e outro, as pessoas costumam manipular dinheiro, celular e alimentos, proliferando ali a Hepatite A ou a Conjuntivite, por exemplo.
Para se ter uma ideia do risco, uma pesquisa da Universidade do Arizona (EUA) constatou que o celular pode ter 10 vezes mais bactérias do que vasos sanitários.

Muitas vezes, é inevitável “conviver” com esses riscos, assim como é da natureza ter bactérias, vírus e fungos por todos os lados. Mas, tratando de enfermidades, a prevenção mínima com a higiene é fundamental. Considerando o contato com objetos que podem estar contaminados, e também o contato direto, como um simples aperto de mão, veja abaixo as principais doenças que podem ser evitadas pelo simples hábito de lavar as mãos:

01. HEPATITE A:

Principal causa de hepatite aguda, o vírus da hepatite A é eliminado pelas fezes, desta forma, ao não higienizar a mão o indivíduo pode contaminar outra pessoa diretamente ou através da contaminação de alimentos.
Sintomas: alguns casos têm poucos sintomas, mas outros são caracterizados principalmente por mal-estar, náuseas, vômitos, amarelamento dos olhos e pele (icterícia), urina com cor semelhante a da coca-cola e desconforto abdominal.
Recomendações: a lavagem criteriosa das mãos é suficiente para impedir o contágio de pessoa para pessoa. Além disso, não coma frutos do mar crus ou mal cozidos e verifique se os instrumentos usados para fazer as unhas foram devidamente esterilizados.

GASTROENTERITES:

De acordo com a Unicef e a Organização Mundial de Saúde (OMS), a lavagem das mãos com sabonete pode reduzir infecções diarreicas em até 40%.
“Para que a infecção ocorra, é necessário que os germes sejam ingeridos e isso acontece quando as pessoas não lavam as mãos com água e sabão após ir ao banheiro ou trocar fraldas, e também em piscinas e lagos com quantidade insuficiente de cloro” – Dra. Thaís Guimarães, infectologista do Hospital das Clínicas.

02. ROTAVÍRUS:

É transmitido por via fecal-oral, pelo contato direto entre as pessoas, por utensílios, brinquedos, água e alimentos contaminados. É importante causa de doença diarreica, principalmente em crianças, podendo levar a quadros de diarreia aguda, geralmente aquosa, sem sinais de muco e sangue. Sintomas: vômitos; febre; coriza e tosse, às vezes; e, em muitos casos, desidratação.

03. SHIGELLA E SALMONELLA:

Bactérias causadoras de quadro diarreicos, muitas vezes relacionadas a surto por contaminação de alimentos. Causam diarreia volumosa, com náuseas e vômitos.
Recomendações: além de lavar bem as mãos, principalmente após usar o banheiro, lembre-se de lavar bem os alimentos (deixe mergulhados em solução desinfetante frutas e legumes que vão ser ingeridos crus); e use água tratada para beber e no preparo dos alimentos.

04. ESCABIOSE (SARNA):

Doença altamente infecciosa causada pelo parasita Sarcoptes scabie, transmissível pelo contato íntimo entre pessoas ou mesmo através das roupas. Esse parasita se alimenta da queratina, ou seja, proteína que constitui a camada superficial da pele.
As lesões mais comuns ocorrem entre os dedos das mãos e é, especialmente, a mão que serve de veículo para levar a escabiose a outros pontos do corpo. No homem, a infecção é comum nos genitais e, na mulher, nos seios.
Sintomas: prurido ou coceira, sintoma que se acentua à noite; pequenas lesões que podem formar uma crosta provocada pelo ato de coçar o local.
Recomendações: a escabiose é comum, principalmente, em locais de má higiene, então, além da higiene da mão ser fundamental, procure realizar troca de roupas diariamente porque o ácaro sobrevive horas, às vezes dias, fora do corpo.

05. BRONQUIOLITE:

Pelo fato de seu aparelho respiratório não estar totalmente desenvolvido, bebês prematuros e menores de um ano correm risco maior de contrair a doença causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). As mãos e os objetos contaminados pela secreção impregnada de vírus vivos são veículos importantes para transmitir as viroses.
Sintomas: respiração difícil e acelerada; chiado; febre; e tosse.
Recomendações: lavar as mãos antes de chegar perto do bebê, sem dúvida nenhuma.

06. GRIPE:

É causada pelo vírus Influenza, transmitida por via respiratória através de gotículas eliminadas por tosse ou espirro, penetrando pelas mucosas do nariz, olhos e garganta. Ela também ocorre pela contaminação das mãos com secreções respiratórias, contato direto com outras pessoas (aperto de mãos) ou indireto (tocar em superfícies contaminadas).
Sintomas: na gripe clássica sazonal (Influenza A H3N2 e Influenza B) os principais sintomas são febre, dor de garganta, coriza e dor de cabeça. Nos casos de H1N1, além dos sintomas já descritos, o doente sente dificuldade para respirar.
Recomendações: nesta época de mudança de temperatura é quando se observa o aumento de casos de gripe, então, reforce a limpeza das mãos com bastante água e sabão ou desinfete-as com produtos à base de álcool; Se puder, evite aglomerações e o contato com pessoas doentes; Não leve as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo.

07. VARICELA (CATAPORA):

A transmissão do vírus da catapora ocorre por contato direto através da saliva ou secreções respiratórias da pessoa infectada ou por contato com o líquido do interior das vesículas.
Sintomas: início inespecífico de febre, mal-estar geral, posteriormente com aparecimento de lesões inicialmente avermelhadas, evoluindo para vesiculares e posteriormente para crostas.
Recomendações: procure evitar contato direto com pessoas doentes; e lave bem as mãos.

08. CONJUNTIVITE:

A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes como poluição e o cloro de piscinas, por exemplo, e por vírus e bactérias. Neste último caso ela é contagiosa.
Sintomas: olhos vermelhos e lacrimejantes; pálpebras inchadas; sensação de areia ou de ciscos nos olhos; secreção; e coceira.
Recomendações: é preciso evitar ao máximo o contato pessoal e com objetos dos portadores da conjuntivite. Por isso, toalhas de rosto e de banho, lenços e certos tipos de roupas não devem ser compartilhados. Outra medida importante é não coçar os olhos. Coçá-los promove uma agressão física prejudicial e o agente da infecção pode ser transmitido pelas mãos. Por isso, é indispensável lavá-las com frequência. Se a coceira incomodar, uma compressa de água gelada é suficiente para aliviar o sintoma.

09. CANDIDOSE (OU CANDIDÍASE):

A primeira micose que uma pessoa pode pegar na vida é a candidose, conhecida popularmente como sapinho. Geralmente, ocorre quando a criança tem um ou dois meses e entrou em contato com o mundo do lado de fora do útero materno.
É causada por um fungo oportunista – a cândida – que, normalmente, é encontrado na boca, intestinos e na vagina. O contágio pode acontecer porque a criança teve uma diarreia e colocou a mão contaminada na boca, ou porque o bico do seio, as mãos da mãe ou algum objeto (bico da mamadeira, chupeta) estão infectados. Portanto, a doença tem caráter endógeno, isto é, sua origem está no próprio organismo da criança, ou caráter exógeno porque pode ser adquirida pelo contato com alguma superfície contaminada. Às vezes, a mãe ou uma mulher próxima têm cândida na vagina e contaminam as mãos, e isso pode promover a infecção da criança.
Sintomas: caracteriza-se pelo aparecimento de pequenas bolas brancas que podem formar placas principalmente na língua, mas também nos lábios e, às vezes, fora da boca.
Recomendações: um cuidado tão simples como lavar as mãos antes de lidar com a criança, na verdade, é a melhor profilaxia que existe para o sapinho. Evitar ficar beijando o nenê, especialmente se for portador de algum problema; e é importante esterilizar bicos de mamadeira e chupetas e prestar atenção nos brinquedos que a criança põe na boca.

10. INFECÇÃO HOSPITALAR:

As infecções relacionadas à assistência à saúde – também conhecidas como infecções nosocomiais ou hospitalares – são definidas como “uma infecção que ocorre durante o processo de cuidado/assistência em hospital ou outro serviço de cuidado de saúde, que não estava presente ou incubada no momento da admissão do paciente”.
As mãos dos profissionais de assistência à saúde constituem o veículo mais comum para transmissão de micro-organismos de um paciente para outro, de um local do corpo para outro no mesmo paciente, e de um ambiente contaminado para os pacientes.

Clique na imagem e veja 10 dicas de como lavar bem as mãos:


Fonte: BlogDaSaúde

Dec Nova Era - Uma Nova Cultura Em Distribuição

O uso excessivo dos tablets e do smartphones pode trazer danos a saúde


Ver pessoas mexendo em celulares ou em tablets tornou-se cena comum do cotidiano, porém como consequência alguns males começaram a surgir: dores nos punhos, cotovelos e costas são alguns dos efeitos adversos gerados pelo uso excessivo, e mau uso, de ipads, tablets e outros aparelhos.

Especialistas reconhecem que o formato dos aparelhos dificulta a boa postura durante a digitação, o que causa desconforto pelo uso prolongado que se faz deles. Essa dor específica tem chamado atenção de médicos e já é conhecida como iPad neck, algo como “pescoço de iPad”. Dr. Paulo Ramos, especialista em coluna do Hospitalys, confirma o aumento de jovens buscando tratamentos para tratar esse tipo de dor.
 “Quanto menor o aparelho, pior a posição para usá-lo. E a maioria das pessoas quer deitar na cama e resolver a vida pelo celular/tablet. Após 40 minutos de inclinação do pescoço, por exemplo, a musculatura da região cervical começa a sofrer um stress que pode ocasionar dores. Os efeitos são vistos nas clínicas”, explica Dr. Ramos.


A preferência pelos PCs portáteis é impulsionada pela queda nos preços, surgimento de novas marcas competitivas e a facilidade no transporte. No Brasil, essa tendência é comprovada em números. Em 2012, houve crescimento de 171% na venda de tablets em comparação ao ano anterior, segundo dados da consultoria IDC.
Tendinite, mal-estar e dor de cabeça também podem estar associados ao uso prolongado do equipamento. Pesquisadores da conceituada Harvard School of Public Health confirmaram, em estudo com jovens americanos, o risco de torcicolos e dores musculares e desaconselham o uso destes aparelhos pousados nos joelhos. Uma solução, segundo eles, seria usar suportes integrados ou em cima de uma mesa para evitar o ângulo de visão demasiado baixo.

PARA AMENIZAR O PROBLEMA
Fazer alongamentos simples são indicados. O ideal é fazer uma vez a cada hora trabalhada, isso pode reduzir o risco de lesões e dores, visto que a posição inadequada altera a circulação sanguínea e afeta a nutrição dos tecidos, o que pode causar inflamações. Além disso, saber se posicionar também faz a diferença.
EM PÉ deve-se segurar o aparelho com as duas mãos para evitar forçar apenas um lado da coluna.
QUANDO SENTADO mantenha a coluna ereta e apoie o equipamento sobre almofada no colo.
NA CAMA procure apoiar as costas na parede em ângulo de 90 graus, sustentando os braços e o aparelho sobre uma almofada ou travesseiro para aproximar a tela do rosto.

Matéria retirada do site: BlogDaSaúde