segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Material Promocional no Varejo


Uso de material promocional no varejo tem como finalidade informar, relembrar, persuadir, indicar posição, expor e vender. Conheça os recursos disponíveis e como utilizá-los no seu PDV de forma criativa e eficaz
Pensar no varejo e no ponto de venda como gerador de consumo é aproveitar-se de todos os recursos disponíveis para atrair a atenção do consumidor, convencê-lo a entrar na loja, fixar seu desejo em alguns produtos e transformar esta vontade em compras, aumentando seu tíquete médio.
Para isso, o uso de materiais promocionais é mais do que recomendado. E ele deve ser criativo, original e funcional. “No varejo como um todo, esses recursos são vitais, principalmente nas categorias de HPC devido ao fato de termos sempre mais e mais novidades segmentadas e específicas para cada parte do corpo e período do dia, por exemplo”, lembra o consultor de varejo e diretor da MIXXER Consultoria, Eugênio Faganholo.
“A função principal desses materiais é comunicar melhor a marca aos consumidores. Significa tentar através de um equipamento facilitar a vida do shopper – que é composto 85% de mulheres. E isso muda bastante porque, a partir do conhecimento dessa compradora, tudo passa por uma adaptação do móvel e/ou material para o público feminino”, lembra o professor do Núcleo de Estudo do Varejo da Escola Paulista de Propaganda e Marketing (ESPM), Roberto Nascimento de Oliveira.
“Vale também seguir a tendência e usar o PDV como ponto de relacionamento (PDR), porque os momentos em que o consumidor está na loja são cruciais (em média, a pessoa demanda 15 segundos por produto). Trata-se da hora da decisão em que eu tenho como meta fazer com que o shopper compre o produto ou coloque na mão dele”, completa o professor da ESPM.
Atrair, segurar e converter
E as opções são diversas, principalmente para os pequenos, que agora contam com equipamentos e materiais adaptados para esses espaços limitados que possuem outro tipo e resistência. “E as indústrias evoluíram de uma maneira bem legal para dar suporte aos varejistas individualmente. Fez com que nos últimos anos a média de crescimento dos pequenos varejistas fosse de 15% ao ano, muito acima dos grandes e outros canais do varejo”, aponta Oliveira.
“Nesse processo, existe um desenvolvimento conjunto de como falar com o shopper, exatamente para poder potencializar o conhecimento sobre ele. Esses projetos  envolvem gerenciamento por categorias e normalmente são feitos entre indústria e varejo, que convida o principal fornecedor da categoria a desenvolver o material em parceria, com aprovação das duas partes, sendo os materiais fornecidos pelas indústrias”, explica a vice-presidente executiva da Agência Shopper, Juliana Nappo. O varejista pode, portanto, seguir exemplos como esses e buscar parcerias para desenvolver materiais mais segmentados para seu canal e foco de vendas.
Quando escolhidos, devem ser colocados na loja seguindo a lógica de compra do consumidor, utilizando-se como base o caminho natural que ele faz na loja (seja com ou sem lista de compras) e para isso é preciso entender o comportamento e, a partir daí, segurar a atenção e converter isso em venda.
Para Oliveira, o varejista com muito dinamismo tem que buscar orientação com o fornecedor afim de criar uma ambientação na loja que envolva o entretenimento (promotora utilizando creme, música ou promoção no PDV, por exemplo) e fixe os elos de relacionamento com seus parceiros e clientes.
Na escolha
De acordo com o diretor comercial da Metalfarma, Regis Rodero, a função geral desses recursos é promover o produto, mas o que dita sua eficiência é a forma como é trabalhado no PDV. “Cada produto tem uma proposta. O próprio tipo de material já ajuda e induz o consumidor a entender a proposta dele”, lembra.
Para escolher, é importante saber qual a proposta do material e o que deseja destacar (e como) naquele produto. Em seguida, é preciso saber onde usá-lo. E são três as opções básicas: no local principal onde é exposto regularmente – o ponto tradicional. Através do cross merchandising como ferramenta de marketing, expondo os produtos em conjunto com outras áreas relacionadas, fazendo o cruzamento de mercadorias afins, isto é, que têm a ver uma com a outra. E, por último, a área de checkout, responsável por forte compra por impulso. Lembrando que esses locais devem ser escolhidos conforme estratégia da indústria e do varejista, e com a intenção de compra por parte do consumidor.
Opções 
“Pensando no varejo alimentar e na categoria de beleza, existe uma série de peças – desde materiais simples e até outros personalizados. Alguns essencialmente têm de ser usados no ponto natural, que facilita a navegação na loja, como as testeiras e faixas de gôndolas, que ajudam na visibilidade da categoria/gôndola a média distância, entendendo-se rapidamente onde estão as categorias e as marcas dentro das gôndolas”, pontua Juliana Nappo.
Outra opção são os wobblers, que apresentam uma vantagem: a promoção e a função de conversão / fazer com que a pessoa feche a venda. E quando se fala em materiais mais sofisticados (displays e mobiliários), diversas são as funções. Organizam a categoria, o portfólio para facilitar a identificação e opções das marcas, e explicam os ativos que elas têm.  Para isso, é necessário contar com um espaço maior para poder comunicar e organizar o portfólio de modo mais facilitado.
As pontas da gôndola, por sua vez, dão destaque para produtos promocionais, itens correlacionados ou com maior valor agregado. Há também materiais simples, como cartazes e folhetos, que têm funções mais informativas e diretas e geralmente são  usados em categorias cuja penetração é baixa, lembrando que a folhetagem tem o objetivo de formar, treinar e educar o consumidor, não só colocar preço. O importante é mostrar quais são as qualidades, atributos e benefícios dos produtos expostos. “Em linhas gerais, a função de alguns materiais não é só a de chamar a atenção, mas também informar e educar o consumidor, sendo instrumentos de auxílio para o consumidor tomar decisões”, reforça Foganholo.
Sem falhas
Vale lembrar que é essencial evitar exposições malfeitas, sem criatividade e em locais não indicados como, por exemplo, produtos de HPC na área (ou próximo) de peixaria. “Isso parece lógico, mas ainda é feito erroneamente”, lembra o professor da ESPM.
Exposições muito agressivas, como ilhas enormes ou até o teto, também devem ser evitadas porque assustam o consumidor. Na verdade, o que ele quer, de fato, é uma exposição amigável, bonita e talvez com som ambiente; longe de coisas mais agressivas e que “gritam aos olhos”.
Materiais difíceis de implementar tais como displays muito sofisticados ou faixas de gôndola muito extensas, que dificultam a colagem ou são muito grandes para o tamanho da loja sujam o ambiente.

Fim de sacolas aumenta demanda por delivery

Fim de sacolas aumenta demanda por delivery

A proibição de sacolas plásticas nos supermercados em São Paulo já está mudando forma de compras da população, estabelecimentos do interior paulista perceberam aumento de até 20% em pedidos de entrega de mercadorias:
- Supermercados Santa Cruz, de Votuporanga: alta de 15% a 20% nas entregas: cerca de 350 por dia em quatro lojas.
- Ricoy: rede com 73 lojas no Estado, teve aumento no delivery em todas as lojas desde o anúncio da retirada das sacolinhas, mas não sabe informar o percentual.
- Savegnago, com 22 supermercados no interior: um pequeno crescimento em toda a rede. Em uma das unidades, estima-se alta de 10%. A rede afirmou em nota, esperar "grande aumento no volume [de entregas em casa] quando o TAC vigorar" - prazo firmado em acordo para o fim das sacolinhas, a partir de 4 de abril.
O presidente da Associação Paulista de Supermercados, João Galassi, comentou a mudança: "O consumidor do interior faz a compra do mês de uma só vez, por isso opta pela entrega em casa. Na capital, ele compra picadinho".
Uma das lojas do Pão de Açúcar de Ribeirão Preto teve um fluxo três vezes maior do serviço delivery, mas o grupo atribuiu o aumento ao “movimento natural do verão”. "Às vezes não temos nem caixas [de papelão para fazer as entregas]", diz o fiscal de caixa do Pão de Açúcar de Ribeirão, André Mota. A unidade pode contratar funcionários para atender a demanda.
Entre as companhias consultadas, sete não notaram aumento nos pedidos, na capital.
Fonte: Folha de S. Paulo

A proibição de sacolas plásticas nos supermercados em São Paulo já está mudando forma de compras da população, estabelecimentos do interior paulista perceberam aumento de até 20% em pedidos de entrega de mercadorias:
- Supermercados Santa Cruz, de Votuporanga: alta de 15% a 20% nas entregas: cerca de 350 por dia em quatro lojas.
- Ricoy: rede com 73 lojas no Estado, teve aumento no delivery em todas as lojas desde o anúncio da retirada das sacolinhas, mas não sabe informar o percentual.
- Savegnago, com 22 supermercados no interior: um pequeno crescimento em toda a rede.
Em uma das unidades, estima-se alta de 10%. A rede afirmou em nota, esperar "grande aumento no volume [de entregas em casa] quando o TAC vigorar" - prazo firmado em acordo para o fim das sacolinhas, a partir de 4 de abril. O presidente da Associação Paulista de Supermercados (APAS), João Galassi, comentou a mudança: "O consumidor do interior faz a compra do mês de uma só vez, por isso opta pela entrega em casa. Na capital, ele compra picadinho".
Uma das lojas do Pão de Açúcar de Ribeirão Preto teve um fluxo três vezes maior do serviço delivery, mas o grupo atribuiu o aumento ao “movimento natural do verão”. "Às vezes não temos nem caixas [de papelão para fazer as entregas]", diz o fiscal de caixa do Pão de Açúcar de Ribeirão, André Mota. A unidade pode contratar funcionários para atender a demanda. Entre as companhias consultadas, sete não notaram aumento nos pedidos, na capital.

Fonte: Folha de S. Paulo

Atacado pode ter aumento de 5,5% no faturamento



Previsão da Abad

De acordo com a previsão da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados) o comércio atacadista e de distribuição deve ter um aumento real de 5,5% em seu faturamento em 2012, em relação a 2011. No ano passado, o faturamento total foi de R$ 164,5 bilhões.
Para o presidente da Abad, Carlos Eduardo Severini, o setor atacadista passou imune à desaceleração da economia, sendo beneficiado pelo aumento da renda da população. O consumidor tem dado cada vez mais atenção aos mercadinhos de bairro, que compram suas mercadorias nos atacados.
Fonte: Valor Econômico
De acordo com a previsão da Abad (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados) o comércio atacadista e de distribuição deve ter um aumento real de 5,5% em seu faturamento em 2012, em relação a 2011.
No ano passado, o faturamento total foi de R$ 164,5 bilhões.Para o presidente da Abad, Carlos Eduardo Severini, o setor atacadista passou imune à desaceleração da economia, sendo beneficiado pelo aumento da renda da população.
O consumidor tem dado cada vez mais atenção aos mercadinhos de bairro, que compram suas mercadorias nos atacados.

Foto: Shutterstock / Fonte: Valor Econômico

Ações no PDV atraem clientes

Ações no PDV atraem clientes



A comunicação visual de um ponto de venda é importante para chamar atenção do consumidor. “É a comunicação visual que direciona o consumidor para comprar ou desistir. Saber fazer e manter a exposição de produtos e a comunicação escrita eficaz numa loja é o que vai garantir o sucesso ou o fracasso junto ao público”, explica a consultora da Only Merchadising Regina Blessa.
De acordo com uma pesquisa do Popai Brasil, por volta de 200 mil consumidores passam semanalmente por cada pdv, e permanecem, em média, 34 minutos no estabelecimento. “Por isso, o varejo nada mais é do que uma mídia de massa, visto que o tempo de permanência e frequência do consumidor na loja é maior do que as chances de impactá-lo por outras mídias”, afirma a diretora comercial AZ4 Group, Christiany Zanotto de Sena.
Geralmente, o consumidor faz compras no ‘piloto automático’, sabendo o que deseja e onde estão. “Com ações certeiras no PDV, é possível chamar atenção desse consumidor fazendo com que ele mude seu circuito habitual: o apelo visual, quando focado no emocional, é percebido com mais êxito. Tanto que 85% das decisões de compra acontecem dessa forma”, ressalta Christiany Sena.
Por isso, alguns erros na comunicação visual devem ser evitados:
- Descuidar da vitrine/frente da loja;
- Iluminação deficiente;
- Cores desajustadas;
- Não utilizar a simpatia;
- Layout inadequado;
- Dar informações errôneas;
- Não renovar regularmente a imagem geral;
- Não cuidar dos estoques;
- Descuidar da formação do pessoal.
Fonte: DEC News edição 20 – Por: Camila Guesa
A comunicação visual de um ponto de venda é importante para chamar atenção do consumidor. “É a comunicação visual que direciona o consumidor para comprar ou desistir. Saber fazer e manter a exposição de produtos e a comunicação escrita eficaz numa loja é o que vai garantir o sucesso ou o fracasso junto ao público”, explica a consultora da Only Merchadising Regina Blessa.
De acordo com uma pesquisa do Popai Brasil, por volta de 200 mil consumidores passam semanalmente por cada pdv, e permanecem, em média, 34 minutos no estabelecimento. “Por isso, o varejo nada mais é do que uma mídia de massa, visto que o tempo de permanência e frequência do consumidor na loja é maior do que as chances de impactá-lo por outras mídias”, afirma a diretora comercial AZ4 Group, Christiany Zanotto de Sena.Geralmente, o consumidor faz compras no ‘piloto automático’, sabendo o que deseja e onde estão. “Com ações certeiras no PDV, é possível chamar atenção desse consumidor fazendo com que ele mude seu circuito habitual: o apelo visual, quando focado no emocional, é percebido com mais êxito. Tanto que 85% das decisões de compra acontecem dessa forma”, ressalta Christiany Sena.
Por isso, alguns erros na comunicação visual devem ser evitados:
  • Descuidar da vitrine/frente da loja;
  • Iluminação deficiente;
  • Cores desajustadas;
  • Não utilizar a simpatia;
  • Layout inadequado;
  • Dar informações errôneas;
  • Não renovar regularmente a imagem geral;
  • Não cuidar dos estoques;
  • Descuidar da formação do pessoal.
Fonte: DEC News

Os Homens estão gastando mais do que as mulheres no PDV

Cerca de 20% a mais que as mulheres

De acordo com uma pesquisa realizada pela Connet Shopper, homens gastam mais do que mulheres em supermercados.
O estudo revela que a população masculina gasta em media de 15 a 20% a mais que as mulheres. Eles consomem mais inclusive no setor de higiene e perfumaria, além das bebidas alcoólicas, produtos gourmet, temperos e azeites.
O público masculine representa mais de um terço do consumo do varejo brasileiro.
Fonte: Diário Catarinense
De acordo com uma pesquisa realizada pela Connet Shopper, homens gastam mais do que mulheres em supermercados. O estudo revela que a população masculina gasta em media de 15 a 20% a mais que as mulheres.
Eles consomem mais inclusive no setor de higiene e perfumaria, além das bebidas alcoólicas, produtos gourmet, temperos e azeites. O público masculino representa mais de um terço do consumo do varejo brasileiro.

Fonte: DEC News 

sábado, 25 de agosto de 2012

Mix de Produtos


  • A escolha correta pode ajudar nas vendas

A definição do mix correto em um ponto de venda está tornando-se mais difícil devido a diversidade de marcas, tamanhos e embalagens. Por isso, a gerente de trade marketing da P&G, Elaine rocha, vários fatores devem ser levados em consideração. “Na análise de mix e revisão de sortimento da categoria, o varejista deve levar em conta quem é o consumidor da loja e quais são as suas necessidades. Precisamos oferecer o produto que ele procura, mas, também, produtos que o levem a migrar para itens de maior valor agregado. O número de itens por categorias deve ser adequado ao tamanho de gôndola de cada loja, sempre tendo em conta os líderes das categorias e o consumidor”, orienta.
Para tornar o trabalho mais claro, algumas dicas:
- Saiba o papel da categoria: Deve-se saber se o segmento é sazonal, ocasional ou conveniência em seu estabelecimento. Destino (categoria com capacidade de atrair o público, exemplo: sabonete); Rotina (quando o cliente está na loja inclui na cesta, exemplo: xampu); Ocasional (atrai o cliente em algumas oportunidades, exemplo: bazar); Sazonal (datas festivas ou períodos do ano); conveniência (são compradas quando lembradas).
- Direcione o sortimento ideal de acordo com o papel da categoria: Quando forem produtos de Destino, é necessário ter o mix completo, com produtos de maior valor e de baixo desembolso. Rotina deve ter um sortimento amplo, já a categoria Ocasional deve focar na diversidade de itens e não de marcas. Os segmentos de Conveniência/Impulso devem estar focados em itens de maior venda.
Fonte: Dec News edição 22 – Por: Kathlen Ramos e Camila Guesa
A definição do mix correto em um ponto de venda está tornando-se mais difícil devido a diversidade de marcas, tamanhos e embalagens. Por isso, a gerente de trade marketing da P&G, Elaine rocha, vários fatores devem ser levados em consideração. “Na análise de mix e revisão de sortimento da categoria, o varejista deve levar em conta quem é o consumidor da loja e quais são as suas necessidades. Precisamos oferecer o produto que ele procura, mas, também, produtos que o levem a migrar para itens de maior valor agregado. O número de itens por categorias deve ser adequado ao tamanho de gôndola de cada loja, sempre tendo em conta os líderes das categorias e o consumidor”, orienta.
Para tornar o trabalho mais claro, algumas dicas:
- Saiba o papel da categoria: Deve-se saber se o segmento é sazonal, ocasional ou conveniência em seu estabelecimento. Destino (categoria com capacidade de atrair o público, exemplo: sabonete); Rotina (quando o cliente está na loja inclui na cesta, exemplo: xampu); Ocasional (atrai o cliente em algumas oportunidades, exemplo: bazar); Sazonal (datas festivas ou períodos do ano); conveniência (são compradas quando lembradas).
- Direcione o sortimento ideal de acordo com o papel da categoria: Quando forem produtos de Destino, é necessário ter o mix completo, com produtos de maior valor e de baixo desembolso. Rotina deve ter um sortimento amplo, já a categoria Ocasional deve focar na diversidade de itens e não de marcas. Os segmentos de Conveniência/Impulso devem estar focados em itens de maior venda.

Fonte: Dec News edição 22 – Por: Kathlen Ramos e Camila Guesa.

Apresentação


As apresentações a seguir mostram nossa visão, missão e objetivo, além de alguns produtos que distribuimos, confira:




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