quarta-feira, 29 de maio de 2013

Phisalia lança Mundo Rosa Tra lá lá


A Phisalia acaba de lançar a linha Mundo Rosa Trá Lá Lá Kids  para as meninas composta por xampu, condicionador, creme para pentear, spray desembaraçante  e gel com glitter - todos dermatologicamente testados para o uso infantil.

Com a valorização de toda a linha rosa, a empresa pretende mostrar de maneira mais clara e fácil que a junção destes produtos forma uma linha completa e essencial para qualquer garota que cuida da sua imagem e busca.

Voltados para crianças de três a dez anos, cada produto da linha tem embalagem anatômica e divertida. 


Fonte: DecNews

Dec Nova Era - Uma Nova Cultura Em Distribuição

terça-feira, 14 de maio de 2013

Estudo mostra salário médio no varejo


Média salarial teve crescimento real de 5% em 2012

A consultoria Hay Group no Brasil divulgou estudo no qual revela a média salarial do varejo em vários níveis hierárquicos. Entre os salários, o diretor de compras aparece em primeiro com R$ 35.441 e a menor faixa é a de estoquista/repositor, com R$ 825.

O estudo teve como base 51 empresas, sendo 21, super e hipermercados. Mais da metade (60%) fatura acima de US$ 1 bilhão (R$ 2 bilhões). Todas são grandes empregadoras: 56% têm mais de 5.000 funcionários. A data-base da pesquisa é junho de 2012. Os dados foram coletados nos meses de julho e agosto de 2012.

De acordo com o estudo, a média salarial teve crescimento real de 5% em 2012, em relação ao ano anterior.
Veja abaixo a média salarial nos cargos.

Gerente de loja R$ 7.177
Subgerente de loja R$ 2.975
Gerente de categoria R$ 9.919
Comprador R$ 4.033
Vendedor R$ 1.651 (Incluso comissão sobre vendas)
Fiscal de loja R$ 1.321
Líder de caixa R$ 1.064- Caixa (8h) R$ 856
Estoquista/Repositor R$ 825

Fonte: Folha de S. Paulo / Foto: Shutterstock

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terça-feira, 7 de maio de 2013

Hypermarcas estuda perfil do consumidor


Companhia afirmou que notou uma postura mais conservadora de seus clientes no primeiro trimestre sobre recomposição de estoques.


A Hypermarcas, maior empresa brasileira de bens de consumo, afirmou nesta segunda-feira que notou uma postura mais conservadora de seus clientes no primeiro trimestre sobre recomposição de estoques, diante das incertezas sobre a economia do país diante do cenário inflacionário e de aumento de juros.
Em teleconferência com analistas sobre o resultados nos três primeiros meses do ano, o presidente-executivo da Hypermarcas, Claudio Bergamo, afirmou que os estoques de março terminaram mais perto de um "patamar mínimo de segurança", mas que ficaram dentro da média de 2012. Ele não deu detalhes específicos.

No primeiro trimestre, a demanda de consumidores pelos produtos da companhia cresceu 16 por cento sobre um ano antes, mas a demanda dos clientes que vendem os produtos da Hypermarcas avançou 5 por cento, em média. Segundo o executivo, uma recuperação dessa diferença, pode não ocorrer em 2013 sem que as incertezas do cenário econômico se resolvam.
"Essa diferença se deve principalmente porque nossos clientes tiveram uma postura um pouco mais conservadora e a gente acha que isso foi por conta das incertezas sobre a conjuntura macroeconômica que estamos vivendo", disse Bergamo. "Há muitas incertezas sobre o crescimento econômico que na nossa visão aumentaram um pouco a aversão a risco", acrescentou.

"Hoje a gente não consegue antecipar se essa diferença será recuperada pelos clientes ou não. A gente acredita que não até que o cenário macroeconômico fique mais claro, o que não deve acontecer até o final do ano." Na avaliação do executivo, porém, a estratégia cautelosa dos clientes não deve impactar "demais" os resultados da Hypermarcas ao longo do ano, pois a demanda dos consumidores segue firme. A empresa manteve estimativa de ter lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de 950 milhões de reais em termos ajustados em 2013.

Fonte: NewTrade

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Um em cada dez gestores do Brasil sofre de insônia


Um em cada dez gestores do Brasil sofre de insônia

Um em cada dez gestores sofre de insônia no Brasil, enquanto 18% relatam problemas de ansiedade – um dos fatores que os impede de ter uma boa noite de sono. Os dados são de um estudo da operadora de planos de saúde Omint com 15 mil profissionais de média e alta gerência do país.
De acordo com Caio Soares, diretor médico da empresa, os executivos trabalham em ambientes cada vez mais competitivos e sem válvulas de escape para equilibrar o trabalho, a saúde e a vida pessoal. “É preciso ter cuidado para que a falta de sono não atrapalhe o desempenho profissional. Tomar decisões sob o efeito de consecutivas noites maldormidas é como tentar ler um livro sem óculos”, compara.
Além do estresse que cerca o cotidiano dos executivos, as viagens constantes a trabalho interferem diretamente na qualidade do sono. O médico José Antonio Pinto, do Hospital São Camilo, ressalta que o relógio biológico é alterado quando a pessoa vive sob fusos horários diferentes. “Além de sonolência excessiva durante o dia e baixa produtividade, quem dorme mal pode apresentar problemas de pressão, síndromes cardíacas e neurológicas e até desenvolver diabetes do tipo 2.”
Os efeitos das noites em claro geralmente recaem sobre o escritório. O médico do Hospital São Camilo conta o caso de um paciente que sofria de insônia e acabou demitido após ter sido vencido pelo cansaço durante uma reunião extensa da diretoria. “Depois de acumular vários dias sem dormir, ele cochilou durante a apresentação do presidente da empresa.”
Os motivos que trazem os pacientes ao consultório, contudo, costumam ser menos graves. Segundo a neurologista Dalva Poyares, médica do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), muitas pessoas buscam ajuda porque sentem que a memória começou a falhar e querem tomar alguma medicação para melhorar o desempenho. “Depois que investigamos a vida do paciente, descobrimos que a origem do problema está em algum distúrbio no sono.”
Para se manterem acordados e garantir a produtividade, muitos executivos recorrem a energéticos e abusam de remédios. Entretanto, essa prática só piora o quadro. “É um círculo vicioso: a pessoa não dorme, fica cansada, toma remédio para manter o pique durante o dia e depois não consegue pegar no sono à noite”, afirma Dalva.

Para a especialista em medicina do sono, é importante que as empresas reflitam sobre sua participação nesse cenário – agravado por um mercado de trabalho extremamente competitivo e metas bastante arrojadas. “Às vezes, os executivos não têm nem para quem delegar funções. Muitas companhias cobram resultados, mas ainda não desenvolveram programas voltados à saúde de seus gestores“, diz.

Fonte: Valor Econômico

"Dormir bem é o melhor remédio para que o corpo e a mente estejam dispostos aos desafios do dia seguinte."
Rodrigo Flecha, Assistente Administrativo 
Dec Nova Era.



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Cochilo pago pode ajudar a produzir mais


Há quatro meses o gerente corporativo Gilson Lima aderiu a uma prática pouco comum nas empresas, mas que já mudou completamente sua disposição e produtividade no trabalho: o cochilo durante o expediente. Pelo menos duas vezes por semana ele sai às 12h30 do escritório, uma companhia de turismo localizada na avenida Paulista, almoça e segue para sua “siesta” de meia hora. “Sinto que consigo render muito mais depois. São poucos minutos, mas que fazem a diferença no meu dia”, diz.

O cochilo se tornou fundamental para a rotina do executivo, que viaja muito a trabalho e vive sob fusos horários diferentes, o que geralmente compromete a qualidade do sono à noite. A “siesta”, contudo, não tem apenas horário, mas também endereço certo para acontecer: a empresa Cochilo, localizada a poucas quadras de seu trabalho, na rua Augusta.
A ideia do negócio surgiu em 2011, quando o empresário Marcelo Jankavski chegou ao escritório de um cliente para uma reunião, mas soube que deveria esperar, pois os principais executivos estavam atrasados. No fim, aguardou quase duas horas. Durante esse tempo, começou a traçar, junto com sua sócia e esposa Alícia Jankavski, um esboço do que seria a Cochilo, aberta no ano seguinte.

O objetivo é simples: permitir que profissionais tirem uma soneca para recarregar as energias e ganhar mais produtividade no trabalho. Pode ser antes do expediente, por conta de uma noite maldormida, ou depois do almoço, para garantir mais concentração ao longo do dia. Também é possível tirar um cochilo entre uma reunião e outra, ou na chegada do aeroporto quando ainda há tempo até o próximo compromisso.
“Pesquisamos com diversos especialistas sobre qual seria o melhor formato dos leitos, que permitisse ao cliente relaxar rapidamente”, diz Alicia, que também visitou com o marido cabines de sono em Londres e Nova York para buscar inspiração. O “cochilódromo” desenhado pelo casal tem quatro cabines individuais, com uma cama, iluminação azul (inspirada na cromoterapia), músicas relaxantes, máscaras de dormir e cobertas. Após um período que pode ser de 15 minutos a uma hora, a cama vibra para acordar o cliente. “A intenção não é deixar a pessoa dormir profundamente, mas permitir que ela descanse por meio de um breve cochilo”, explica a empresária.


Hoje, o público que frequenta o local é bem diverso e vai de profissionais que chegam mais cedo ao escritório por conta do rodízio até estudantes que saem do trabalho para a faculdade e precisam descansar por alguns minutos. A Cochilo já firmou convênio com 16 empresas da região como a Caixa Econômica Federal e a Livraria Cultura. Segundo Alícia, a estratégia para o próximo semestre é ampliar as lojas para bairros como Itaim Bibi, Brooklin e Vila Olímpia, onde trabalham muitos executivos paulistas, e no centro, perto da BM&F Bovespa. Há também planos de levar as cabines para outras metrópoles do país.

A empresa Todo!, prestadora de serviços de TI com presença em 13 capitais brasileiras e mais de 2,4 mil funcionários, é uma das companhias que decidiram apostar na “siesta”. Cerca de 400 funcionários que atuam na avenida Paulista podem usar as cabines da Cochilo para recarregar as energias. Guilherme Lopes, supervisor de marketing da companhia, afirma que a ideia surgiu quando algumas pessoas do escritório aderiram a essa prática por conta própria e passaram a se sentir mais dispostas no resto do dia. “Resolvemos abrir essa possibilidade para todos os nossos profissionais, pois atuamos em um segmento muito desgastante e estressante. É fundamental estar sempre alerta”, diz.

A soneca durante o expediente é, inclusive, endossada por especialistas na ciência do sono. De acordo com o médico Maurício Bragnato, do Hospital Sírio-Libanês, com o ritmo de trabalho bastante acelerado, para os executivos é cada vez mais difícil se desligar dos problemas e descansar tranquilamente. “Dorme-se pouco e com menos qualidade. Um simples cochilo depois do almoço, de no máximo 30 minutos, ajuda a relaxar e a restaurar funções cognitivas fundamentais para a tomada de decisões do dia a dia.”
O acúmulo de noites maldormidas afeta o poder de raciocínio, de concentração, o reflexo, a memória e, portanto, a produtividade – sem contar o humor. “Mais de 700 genes respondem à privação do sono, manifestando-se de diversas formas”, explica Bragnato. O estresse e a ansiedade, além de doenças como apneia – distúrbio do sono caracterizado pela obstrução das vias respiratórias – são grandes causadores do problema.

Foi o que aconteceu com o empresário Antonio Bernardo de Mendonça, de 71 anos, dono da fabricante de autopeças RTO Retentores. Ele lembra que, há seis anos, seu poder de decisão e até o relacionamento com seus funcionários estavam completamente comprometidos por conta das noites maldormidas. “Não conseguia ter uma noite adequada de descanso e isso atrapalhava meu raciocínio, me deixava nervoso e estressado. Era complicado ter de pedir desculpas a todo mundo, o tempo inteiro”, conta.
Em 2007, quando começou a procurar ajuda especializada, descobriu que sofria de apneia. “Algumas vezes fui ao pronto-socorro porque acordava sufocado no meio da noite”, afirma. O problema foi resolvido com o uso de um aparelho compressor de ar antes de dormir. “Meu humor, minha disposição para o trabalho e minha produtividade melhoraram muito”, diz.

Bragnato, do Hospital Sírio-Libanês, ressalta que a insônia é outro distúrbio que aflige cada vez mais executivos. Segundo ele, o quadro deve ser acompanhado por um médico quando as noites em claro são frequentes e duram mais de sete dias consecutivos.
Praticar a chamada “higiene do sono”, no entanto, pode ajudar a melhorar o problema. São procedimentos simples, como fixar um horário para dormir e acordar, comer pouco e não consumir álcool à noite, evitar praticar esportes depois das 20h, não ingerir cafeína em excesso e garantir um ambiente tranquilo e pouco iluminado no quarto. “É preciso respeitar as necessidades do corpo para que ele tenha um bom rendimento ao longo do dia”, afirma o médico.

Fonte: Valor Econômico

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HYPERMARCAS LUCRA 151% NO TRIMESTRE


HYPERMARCAS LUCRA 151% NO TRIMESTRE

A companhia de consumo Hypermarcas apresentou lucro líquido de R$ 102,3 milhões no primeiro trimestre de 2013, com aumento de 150,7% na comparação com os R$ 40,8 milhões registrados no mesmo período de 2012.

Segundo a companhia, a melhora do resultado deve-se, principalmente, à maturação das iniciativas que vêm sendo implementadas visando maior eficiência, como a contenção de despesas com vendas, gerais e administrativas. 

A receita líquida da empresa somou R$ 958,4 milhões, com expansão de 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda da companhia, considerando operações continuadas e descontinuadas, ficou em R$ 216,6 milhões, com expansão de 38,9%. O Ebitda ajustado, que considera operações continuadas antes das despesas não recorrentes e outras despesas não caixa, somou R$ 227,1 milhões nos meses de janeiro, fevereiro e março, uma alta de 18%.

Segundo o relatório, o desempenho da receita reflete crescimentos de 10% na divisão consumo e de 4,5% na divisão farma. Para a área de consumo, a companhia destaca que, se considerar apenas a expansão nas marcas principais, o aumento foi de 16,2%. Na divisão farma, apesar do crescimento sell-in de 4,5%, a evolução da demanda sell-out continuou forte no trimestre, com crescimento de 27,3% .

A melhora no Ebitda ajustado está relacionada a um aumento de 180 pontos base na margem bruta, que atingiu a marca de 63,9%, e a uma redução de 310 pontos base nas despesas de gerais e administrativas.

A empresa informa que manteve a estratégia de crescimento orgânico no trimestre, "apesar do cenário desafiador neste início do ano".

Fonte: Newtrade

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