quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Aprenda a deixar o cabelo cacheado mais definido e macio

Cabelo longo, cacheado e volumoso pode ser domado com alguns truques e produtos. Descubra agora como deixar os cachos definidos e com textura de algodão. É para se livrar do elástico!

Cabelo longo, crespo e com muito volume é quase certo que vai acabar o dia preso num coque ou rabo de cavalo. Mas não precisa ser assim. “Hoje não faltam bons produtos sem enxágue que deixam o cacho definido e macio, um aspecto bem diferente do amassado com cara de molhado e toque duro dos anos 1980″, diz o cabeleireiro Wilson Eliodorio. O cosmético em creme ou em gel cai perfeitamente para esse tipo de fio, que demanda maior controle e hidratação.

Vale usar um reparador de pontas, recomendamos que utilize reparador de pontas Alyne com os ativos Silicone ou Óleo de Argan para desembaraçar as mechas e só depois espalhar o leave-in em bastante quantidade desde a raiz. Com o produto aplicado, Wilson vai separando mechas finas, dando leves puxões em cada uma delas para que os cachos se formem. O processo de “bater”, ou seja, chacoalhar a cabeça, também é indispensável aqui assim como a finalização com o difusor. No cabelo comprido, manter o volume no topo da cabeça ajuda a dar equilíbrio, evitando o formato triangular – o famoso efeito abajur – do penteado.

Hidratação antes e depois

Cabelo cacheado ou crespo pede mais hidratação do que o liso. A explicação está na forma espiral do fio, que favorece a abertura das escamas. Após a lavagem, de preferência com uma dupla de shampoo e condicionador específicos para esse tipo, o desembarace deve ser feito com a ajuda de um produto à base de silicone e óleos hidratantes (argan, macadâmia, ojon, por exemplo). Depois, entram cremes para pentear, mousse, spray ou outro cosmético para a finalização. “Usar apenas o óleo como leave-in não é o suficiente para controlar o volume e definir os cachos”, avisa Wilson. Mas o cosmético pode voltar à cena quando os fios estiverem secos. Espalhe algumas gotinhas nas mãos, esfregue uma na outra e aplique no cabelo para garantir brilho, mais hidratação e diminuição do frizz.

Fonte: MdeMulher
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Grande maioria dos brasileiros conhece seus direitos de consumidor

Cerca de 65% dos consumidores são conscientes em relação ao que podem exigir e reclamar

Pesquisa realizada pelo Data Popular revelou que 64% dos consumidores brasileiros conhece bem os seus direitos na fazer uma compra, contra 7% que não têm conhecimento nenhum e 28% que conhecem um pouco.

Além de conscientes, os brasileiros passaram a reclamar mais sobre seus direitos. Cerca de 90% disseram que já reclamara ao comprar um produto com defeito. Segundo os dados, 92,4 milhões já tiveram problema com alguma empresa. Somente no mês passado, 20 milhões reclamaram de alguma empresa.

Dos motivos da reclamação, a maioria (39%) afirmou que é por causa de cobrança, seguido por problemas relacionados a má qualidade (32%), garantia do produto (22%),  por oferta (8%) e por problemas com contrato (8%).

Fonte: Info Money Pessoal / Foto: Shutterstock

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Pés detonados depois da balada, veja dicas de como cuidar deles após esses eventos.

Conheça exercícios que você pode fazer para cuidar deles

Seja em um salto alto ou com um tênis superconfortável, curtir o Carnaval (e shows, baladas e afins) detona qualquer pé. Ou você não lembra da última vez em que “se acabou” e não conseguiu pisar no chão ao acordar? De acordo com a reflexologia, o pé é uma área onde estão terminações de feixes de energia que estão ligados a todo o corpo. Ou seja, sobrecarregá-los pode acarretar problemas ainda maiores, como dor nas costas, nos quadris e na cervical.
Assim que a folia acabar, reserve um tempo para recuperar seus pés. Um simples escalda-pés (não indicado para diabéticos) é capaz de milagres. O calor da água puxa a circulação para os pés, o que ajuda a esfriar até a cabeça.

1. Dicas básicas para recuperar dos pés:

Coloque os pés em uma bacia de água quente por cinco minutos. Passe-os para outra, de água fria, por 30 segundos. Repita a imersão três vezes.

Com os pés secos, espalhe um creme hidratante e faça uma massagem por 10 minutos com movimentos de deslizamento.

Sente-se, apoie o pé em uma bola de tênis e faça movimentos para frente e para trás, do calcanhar às pontas dos dedos.

Coloque as pernas e os pés para o alto por cerca de 15 minutos, o que contribui para evitar inchaço, além de ser ótimo para ativar a circulação.

2. Alongamento:

Lateral do pé: sente-se confortavelmente com uma perna cruzada sobre a outra. Segure a frente do pé e puxe os dedos para dentro, em direção a você. Fique na posição por três ciclos respiratórios, depois puxe os dedos para fora, permanecendo na posição por três ciclos respiratórios. Relaxe e repita com o outro pé.

Círculos com tornozelo: movendo os dedos do pé no sentido horário, trace a forma de um grande círculo. Rode o pé cinco vezes no sentido horário e depois repita no sentido contrário. Repita com o outro pé.

Dedos do pé para trás: sente-se e erga o pé. Segure o calcanhar para manter o pé firme e puxe os dedos dos pés para cima, em direção à canela. Coloque os dedos da mão sob os dedos do pé; puxe-os e alongue-os, em vez de apenas dobrar os dedos para frente. Fique na posição por três ciclos respiratórios, depois repita com o outro pé.

Fonte: GNT

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vendas de supermercados crescem dois dígitos em Julho

Associação representativa do setor vê número com cautela

As vendas de supermercados brasileiros tiveram alta de 11,59% no mês de julho sobre igual período de 2012. Mesmo com o número positivo, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mantém a expectativa de crescimento mais modesto para o setor neste ano. Para o presidente da entidade, Fernando Yamada, julho foi o pior mês para o setor no ano passado, com queda de 0,1% na comparação anual, o que teria favorecido o resultado "até certo ponto surpreendente" apresentado no mesmo período deste ano.

Na comparação com junho, houve alta de 3,45% nas vendas. Já no acumulado do ano, o crescimento foi de 4,16% ante igual etapa de 2012.

Fonte: Brasil Econômico / Foto: Shutterstock

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Potencial do consumo masculino

Faturando R$ 4 bilhões, o mercado de produtos de HPCs voltados para os homens cresce ao passo do desprendimento e da vaidade cada vez mais clara deste público

O mercado masculino ganha cada vez mais espaço no mundo de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, apresentando crescimento de dois dígitos por ano. Essa é uma tendência mundial na qual o segmento masculino alavanca o crescimento do mercado de cuidados pessoais, e no Brasil não é diferente: o país é responsável pelo segundo maior mercado de cosméticos para homens do mundo.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmética (Abihpec), a indústria de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPC) para eles faturou R$ 4 bilhões em 2012 – ex-factory, saído de fábrica sem adição de impostos –, um crescimento de 16,2% nos últimos cinco anos em valor e 10,2% em volume.

E isso se deve ao fato de que, segundo pesquisas, os homens brasileiros estão cada vez mais confortáveis em usar produtos de cuidados pessoais, por conta de estarem mais preocupados com a aparência e estética. “Os maiores cuidados são os relacionados aos dentes (temas estéticos e mau hálito), cabelos (queda e caspa) e excesso de transpiração. Os dois primeiros, aliás, preocupam 1 a cada 2 latinos”, diz o gerente de trade marketing da Unilever, Tiago Blanes.

De fato, os itens de HPC para homens representam 37% do volume de vendas das ‘Top Categorias’ de higiene e beleza no Brasil de acordo com a pesquisa “O Mercado e o Shopper Masculino”, da Nielsen. “Tal fato demonstra a potencialidade desse mercado, seja pelo aumento do gasto médio através do mix de consumo ou mesmo por meio de mais consumidores em categorias menos desenvolvidas”, diz o analista e gerente de Homescan da Nielsen, Jefferson Silva.

Sua compra se concentra em três categorias: lâminas, sabonetes e desodorantes, com xampus para esse público demonstrando grande potencial e crescimento. “Lembrando que produtos diferentes e canais específicos necessitam de estratégias direcionadas. Por isso, é imprescindível ter uma visão completa do shopper* e suas necessidades”, diz o representante da Nielsen.

A gerente de marketing da Gillette, Juliana Moretti, afirma que, atualmente, segundo estudos da P&G, o público consumidor masculino de produtos de beleza é identificado com faixa etária entre 18 e 35 anos. Para Gillette, as classes sociais mais relevantes são B e C, sendo C a mais crescente com base no mercado consumidor como um todo. “São homens que tendem a cada vez mais se preocupar com sua aparência, que buscam produtos de ótima qualidade e estão dispostos a testar novas tecnologias”, diz.

Exposição assertiva

E, mais do que simplesmente oferecer os produtos para eles no ponto venda, é necessário estudá-los e conhecer sua missão de compra e árvore de decisão para que a escolha do sortimento e exposição seja de fato feita corretamente, a fim de atraí-los ao ponto de venda.

Visibilidade em gôndola é um ponto fundamental para alavancar as vendas desse segmento, pois em muitas categorias o espaço do mundo masculino ainda é pequeno. Esse ponto é de grande importância uma vez que há uma tendência clara de uso individualizado de produtos de higiene pessoal.

Por isso, separar os itens para cuidados femininos dos masculinos, segmentando as opções por categoria, ajuda na identificação do shopper. Um dos maiores exemplos disso é a categoria de desodorantes que, alguns anos atrás, não tinha um espaço masculino e outro feminino separados, mas, com a tendência de individualização mais avançada, a separação se mostrou fundamental para que a consumidora, no momento da compra, aumentasse sua cesta de compras, levando produtos diferentes, para ela, marido e filhos.

“Uma vez que os homens apresentam um comportamento de compra extremamente objetivo, com durações médias inferiores a cinco minutos para produtos de cuidados pessoais, agrupar em um mesmo espaço as categorias de produtos mais presentes na sua cesta de compras contribui muito para aumentar o tíquete médio desse público e consequentemente elevar o faturamento do varejista que apostar nesse universo masculino dentro da sua loja”, indica Tiago Blanes, da Unilever.

O homem geralmente não procura os produtos em uma loja como as mulheres, mas tem a tendência de comprar mais por impulso quando os itens estão visíveis. Assim, nas lojas onde houver área para isso, vale criar um espaço masculino, agrupando os produtos desta subcategoria (incluindo preservativos), iniciando a exposição com as lâminas de barbear e produtos que auxiliam na atividade (pré e pós-barba), seguidos dos demais itens. Isso irá gerar um incremento significativo no tíquete médio da categoria. Em alguns casos, a dupla exposição se fará necessária, como em xampus, por exemplo, onde o produto deverá estar na gôndola de cabelos e no espaço masculino.

“Já os desodorantes devem estar localizados na perfumaria no local a eles destinado”, lembra a assessoria de imprensa da Hypermarcas. Devem estar ainda posicionados na gôndola separados entre femininos e masculinos e dentro de cada um, agrupados por tipo de aplicador (aerossol, roll-on, creme e spray) e dentro destes por marca, sempre iniciando pelas marcas de maior valor – tanto na gôndola verticalizada quanto horizontalizada.
No mercado de xampus, o meio das gôndolas geralmente é destinado a produtos de linhas premium, sempre à altura dos olhos.

Comportamento de compra

É importante ter a clareza de que quando o homem vai ao ponto de venda, o seu comportamento de compra é muito diferente do shopper do público feminino. Na opinião da gerente da categoria de barbeadores da BIC Brasil, Carina Narcizo, os homens, no geral, procuram produtos feitos para atender suas necessidades ou aspirações específicas e já não aceitam mais produtos com benefícios e propostas genéricos, por isso, fazem compras extremamente rápidas. A objetividade é um fator marcante na hora da compra, juntamente com a questão de “independência” no PDV, onde o homem prefere não ser abordado por nenhum tipo de consultora ou demonstradora, encontrando os produtos que busca por conta própria.


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Fonte: DecNews